Música - Alagados
Autor - Bi Ribeiro, João Barone e Herbert Vianna
Funções:
Autor - Bi Ribeiro, João Barone e Herbert Vianna
Funções:
Ângelo Belato - tamborim
Antonio Bueno - ganzá
Bruno do Amaral - violão
Guilherme Frattini - tamborim
Leonardo Caresi - surdo
Leonardo Caresi - surdo
Rodrigo Lima - baixo
Rodrigo Oliver - ganzá
Valentin K.Messina - surdo
Participações:
Rafael Mansor - tamborim
Carlos Amaral - guitarra
Participações:
Rafael Mansor - tamborim
Carlos Amaral - guitarra
Pergunta: A vida é um lixo/luxo?
Resposta: A vida em si pode ser dada de muitas formas no sistema capitalista. Para mostrar algumas destas formas pegamos dois extremos do sistema : O lixo e o luxo; o privilegiado e o desprivilegiado. A música retrata diretamente a forma do sistema de dar uma "falsa possível liberdade", ou seja, fala como o sistema promete uma série de vantagens a todos, porém vemos que num sistema totalmente egoísta e desigual que isso não é verdade, assim como pode ser visto explicitamente na música "Alagados".
Levando isto em consideração, pode-se dizer que a vida tem , sim, seus lados: O lixo e o luxo. Entretanto, o luxo é fornecido para poucos, enquanto a lixo é para muitos.
Levando isto em consideração, pode-se dizer que a vida tem , sim, seus lados: O lixo e o luxo. Entretanto, o luxo é fornecido para poucos, enquanto a lixo é para muitos.
Alagados
Todo dia o sol da manhã
Vem e lhes desafia
Traz do sonho pro mundo
Quem já não o queria
Palafitas, trapiches, farrapos
Filhos da mesma agonia
E a cidade que tem braços abertos
Num cartão postal
Com os punhos fechados na vida real
Lhe nega oportunidades
Mostra a face dura do mal
Vem e lhes desafia
Traz do sonho pro mundo
Quem já não o queria
Palafitas, trapiches, farrapos
Filhos da mesma agonia
E a cidade que tem braços abertos
Num cartão postal
Com os punhos fechados na vida real
Lhe nega oportunidades
Mostra a face dura do mal
Alagados, Trenchtown, Favela da Maré
A esperança não vem do mar
Nem das antenas de TV
A arte de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
A arte de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
A esperança não vem do mar
Nem das antenas de TV
A arte de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
A arte de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
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