quarta-feira, 20 de março de 2013

The Smiths


The Smiths foi uma das primeiras bandas de indie rock/rock alternativo, surgiu nos anos 80 e influenciou ótimas bandas; Arctic Monkeys, por exemplo.

O principal motivo de eu gostar de Smiths são as letras das músicas. Adoro o modo que a banda expressava abertamente o que pensa sobre assuntos polêmicos - mesmo que eu não concorde diretamente com algumas opiniões, eu acredito que figuras públicas devem expressar o que pensam de forma aberta. Eles sempre fizeram isso através das letras e de alguns outros fatores, como o modo de se vestir e títulos de álbuns. As letras românticas também me agradam muito, pois são muitos sinceras – mas não “melosas” /piegas. 

A banda surgiu em 1982, na Inglaterra; os integrantes principais eram: Morrissey, Mike Joyce, Johnny Marr e Andy Rourke. Eles iniciaram sua carreira tocando em clubes pequenos, assim ficaram conhecidos e assinaram um contrato com a gravadora Rough Trade. “The Smiths” foi o primeiro álbum da banda, lançado em 1984; um ano depois foi lançado “Meat is Murder”, o álbum mais polêmico da banda – neste mesmo ano Rourke saiu e Craig Grannon entrou em seu lugar. Os Smiths ainda lançaram dois álbuns (“The Queen Is Dead” e “Strangeways, Here We Come”) antes de se separarem em 1987.

Vegetarianismo; criticar a monarquia britânica; ser contra o castigo físico em colégios; criticar o governo de Margaret Thatcher; letras de caráter homossexual; antirracismo; – esses eram alguns dos ideais da banda (principalmente de Morrissey).

Como antes dito, eu acredito que seja importante expressar o que pensamos. Morrissey, porém, era muito radical: proibindo os membros da banda de serem fotografados comendo carne, sugerindo que todos os açougueiros deveriam morrer e que Thatcher deveria ir à guilhotina.

Minhas músicas favoritas são ”Asleep” – pois tem uma letra muito bonita e me lembra de um dos meus livros favorito; e “Bigmouth Strikes Again” – que é muito expressiva e cínica, com uma referência ao pedido de desculpas que Morrisey deu publicamente (contra a sua vontade) a Margaret Thatcher : “Now i know how Joan of Arc felt”.

Eulália Guarinello


Links das músicas:
Fontes:

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